"Arquitetura, ao pé da letra, seria a arte de organizar um espaço. Mas, eu sempre digo que adicionei um “x” a essa definição para fazer um diferencial. E esse “x” é igual a emoção! Penso que toda arquitetura feita com emoção é uma boa arquitetura. Não adianta nada você criar um espaço funcional, um espaço bem resolvido arquitetonicamente e não pensar em transmitir uma emoção de alguma maneira. O arquiteto é um psicólogo que desenha! Então, ele tem que captar a mensagem do cliente e desenvolver a função daquilo para que se consiga um resultado compatível com um certo indivíduo, com um certo local e com um certo tempo também. Se o arquiteto conseguir, de alguma maneira, passar alguma emoção com tudo isso, ele estará entregando uma boa arquitetura. Pra mim, não existe uma arquitetura feia e uma arquitetura bonita. Existe a arquitetura fria e a arquitetura de emoção!

 

          Todas as vezes que me perguntam qual o meu estilo dentro da Arquitetura, eu respondo que o meu estilo é fazer o que o meu cliente quer ficar bonito! Não gosto de impor o meu estilo a alguém. É claro que tenho uma linha de projeto, uma linha conceitual mais minimalista e contemporânea, mas procuro ser sempre um psicólogo para entender o que o meu cliente deseja e entrar em sintonia com as suas necessidades, seja no seu ambiente residencial ou comercial. Depois, coloco tudo isso no papel da melhor maneira possível, respeitando os seus gostos. Não adianta eu “passar uma vassoura” na vida de alguém e impor o meu estilo! O cliente jamais se sentiria feliz nesse ambiente. A arquitetura bem resolvida é aquela onde se consegue inserir o repertório de vida de alguém de uma maneira bonita e equilibrada."

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